Primeiros passos para investir

Esse é nosso primeiro trabalho para te ensinar a investir melhor. Clique na imagem para ler nosso artigo. Tenha uma boa leitura.


Primeiros passos para investir

  • Defina seus objetivos

  • Quitar suas dívidas

  • Criar uma boa relação com seu dinheiro

  • Reserva de emergência

Defina seus objetivos

Tudo o que fazemos na vida tem um objetivo, e isso não poderia ser diferente quando o assunto é investimento. Descobrir quais são as suas metas é essencial para desenvolver um planejamento eficaz e conseguir tirar os planos do papel.

Definir objetivos é uma tarefa que envolve pensar à frente, estabelecendo o que você espera da sua vida dentro de alguns anos. Afinal, quando investimos, estamos abrindo mão de parte de nossa renda no presente para que possamos utilizá-la no futuro.

Seu objetivo pode ser a compra de um bem de grande valor, como uma casa ou um carro, mas também pode ser garantir a sua tranquilidade financeira nos dias que virão. Seja qual for o seu perfil de investidor ou a sua tolerância a risco, o importante é que essa definição seja feita para que os próximos passos rumo aos investimentos possam ser dados com mais consciência.


Quite as suas dívidas

Poucas coisas são capazes de atrapalhar tanto os planos de quem quer começar a investir quanto as dívidas. Elas desequilibram qualquer orçamento e dificultam a missão de reservar uma quantia para ser aplicada mensalmente.

O melhor a fazer nesse caso é focar no pagamento das dívidas antes de começar a investir. Isso porque os juros praticados costumam ser bem maiores do que os rendimentos da maioria das aplicações. Portanto, o ideal é buscar o quanto antes uma negociação com os credores, o que põe fim ao crescimento da dívida e permite que ela seja paga com condições que cabem no bolso.

Um bom planejamento é fundamental nesse processo, pois permite conciliar de maneira realista as receitas e os gastos. Também poderá ser preciso adotar algumas medidas de controle financeiro, a fim de garantir o pagamento do novo acordo e de evitar novas dívidas.


Criar uma boa relação com seu dinheiro

Muita gente não tem um equilíbrio entre o que ganha e o que gasta, no fim do mês sempre toma susto com a conta do cartão de crédito ou a conta vazia, bem isso acontece não por falta de dinheiro mas por não saber para onde está indo o dinheiro, para resolver isso temos uma tarefa muito fácil mas que no início será muito chata, anotar quaisquer tipos de gastos até mesmo aquela água no sinal, pois bem no início você irá achar a pior coisa do mundo porém ao final do mês você terá uma lista de tudo aquilo que você gasta e com isso saberá o que cortar, já que muitas das vezes gastamos com coisas supérfluas.


Reserva de emergência


Sabe aquele dinheiro que nossos pais guardavam e salvava as contas no final do mês depois de um aperto? Pois é, este valor é o que se conhece como reserva de emergência ou paraquedas da vida financeira. É um valor que devemos guardar para caso venha acontecer algum imprevisto já que não temos como prevê - los. Quando não se tem uma reserva de emergência, tanto o presente quanto o futuro das famílias ficam comprometido. Esse é um dos erros que você precisa evitar.


Como se preparar para evitar possíveis momentos de apertos?


Todo começo de ano é a mesma cintura justa para grande maioria.

Depois das festas, chegam as contas e elas não chegam pontuais e sem ressaca. Sempre na virada de ano no mês de janeiro começa a chegar o amigo chato o IPVA (imposto sobre a propriedade de veículos automotores), que, na maioria dos estados corresponde a 4% do valor do veículo e você na maioria das vezes parcela​. Famílias com filhos em escolas particulares também precisam arcar com taxa de matrícula e a lista de compra de materiais escolares das crianças que em algumas capitais ultrapassa fácil os R$ 2.000,00.

Em fevereiro, começa a ser pago o camarada IPTU (o imposto sobre a propriedade de imóveis), que corresponde a 1% do valor do bem. Isso sem contar os gastos adicionais com a viagem de férias de verão que só é lembrada com a chegada da fatura do cartão de crédito, lembrando que no caso das pessoas que moram em apartamento irá pagar o condomínio, ou seja, são gasto que se planejados você pode evitar passar por sufoco.

Para não se enrolar com tantas contas, é preciso criar um planejamento. A principal dica é reservar parte do 13º salário para pagar essas contas ou a cada mês separar uma pequena quantia para usar nesse período de tantas contas – isso no caso de quem recebe esse benefício. Se tiver dinheiro em conta, aproveite para pagar o IPVA e o IPTU para se beneficiar dos descontos que pode não ser muito mas na ponta do lápis já é alguma coisa.

Na maioria dos Estados, o percentual de desconto é superior ao rendimento das suas aplicações financeiras. Então vale a pena resgatar o dinheiro para quitar tudo de uma vez.

Só não faça isso se você tiver colocado a casa ou o carro à venda – nesse caso, pague apenas a parcela mensal e deixe as demais para o comprador.

Qual o melhor aplicação de investimento para reserva de emergência?

Como estamos falando de valores que precisam ter liquidez, ou seja, precisam ser facilmente sacado, é preciso optar por investimentos que sigam esse perfil. As principais características de uma aplicação adequada para a reserva de emergência, são:

  • Segurança

  • Liquidez (facilidade de transformar em dinheiro)

  • Baixa volatilidade

As principais aplicações de renda fixa para a construção da reserva de emergência são:

  • Tesouro Direto Selic

  • Fundos de Investimento com prazo de resgate curtos, com preferência de resgate D + 1 ou D + 0

  • CDB com liquidez diária e rendimento de mais de 100% do CDI

Em todos os casos citados, os investimentos rendem ao menos a taxa básica de juros, a Selic, que equivale aos 100% do CDI. Na prática, o seu rendimento vai render junto com os movimentos da economia.


E por quê não a poupança?


Muita gente deixa o dinheiro na poupança por não conhecer outras formas de investimentos que possam ser usadas de reserva de emergência.

Os juros que você pode receber na poupança segue algumas regrinhas, confira:


Como rende a poupança?


Além disso, a poupança só rende uma vez ao mês, na data de aniversário. Caso o investidor precise do dinheiro antes dessa data, ele perde a remuneração de todo o período entre os dois aniversários. O Tesouro Selic tem remuneração diária.

Portanto, ao escolher essa aplicação ao invés do Tesouro Selic, que rende 100% da taxa Selic, o investidor deixa de ganhar maior rentabilidade para constituição da reserva de emergência.

Quanto devo guardar por mês do meu salário?


Em média, ter um fundo de emergência que soma seis meses dos seus custos fixos mensais é o ideal para te dar segurança e tranquilidade em caso de emergência.

Mas dependendo da situação da sua família e dos seus planos para o futuro, pode ser preciso aumentar o valor da reserva para até 12 vezes o custo fixo.

Quanto ao valor que você precisa guardar por mês, a resposta é: depende dos seus objetivos e dos seus custos.

Tenha sempre em mente quais são as suas perspectivas no trabalho, por exemplo. Se a recolocação profissional no seu caso for mais difícil, sua reserva precisa ser maior.

Ter uma reserva de emergência é como pagar um seguro. Você tem esse dinheiro para se preparar em caso de um imprevisto uma necessidade. Mas isso não significa que você quer de fato usar esse recurso.

Por isso, é muito importante planejar e colocar em prática a sua reserva financeira para garantir sua segurança.

À medida que você vai juntando dinheiro e aprendendo mais sobre investimentos, vai conseguir diversificar melhor as suas aplicações para aumentar a sua rentabilidade e manter a liquidez da sua reserva de emergência.

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